A Importância das Fotos no E-Commerce

A importância das fotos no e-commerce como fator de conversão

A importância das fotos no e-commerce como fator de conversão

Falar sobre a importância das fotos no e-commerce é muitas das vezes, falar sobre uma loja virtual com alta taxa de conversão e outra que não consegue vender e não sabe por que.

De nada adianta você contar com uma ótima plataforma de e-commerce se a apresentação dos produtos é pobre e não transmite confiança a seus visitantes. É como ter um carro esportivo com uma ótima máquina, acabamento interno de luxo e uma carroceria sofrível.

Muito se fala em lojas bonitinhas e bem arrumadas, mas a importância das fotos no e-commerce vai muito além disso. As fotos funcionam como fator de credibilidade, qualidade e obviamente conversão. Por isso é preciso dedicar o tempo e recursos que forem necessários para ter as melhores fotos de produtos possíveis.

Qual é a real importância das fotos no e-commerce

A apresentação visual de uma loja virtual é importante, é claro. Do layout, passando pelas cores da loja, chegando até a detalhes, como botões compõem a impressão visual como um todo, mas o que realmente cria a emoção de venda são as fotografias dos produtos.

A imagem do produto é a primeira venda de uma loja virtual. Se a imagem não se comunica com os visitantes de uma forma direta e agradável, a venda morre no instante da sua visualização.

A importância das fotos no e-commerce está justamente em seu poder de comunicação. Os visitantes de uma loja virtual preferem observar os detalhes de uma boa foto do que ficar lendo intermináveis descrições do produto. Por isso, é de suma importância que você tenha as melhores fotos possíveis em sua loja.

Vamos ainda mais longe. Além de ótimas fotos, você precisa contar com recursos de ponta como zoom, lupa e até mesmo imagem em 360 graus para seduzir seus compradores em potencial. É uma guerra onde vale tudo, a exceção de fotos enganosas, é claro.

Fotos como argumento de credibilidade

A questão do visual é básica, mas a importância das fotos no comércio eletrônico vai muito além disso, elas afetam inclusive a credibilidade da loja e a confiança que o usuário terá na hora de informar dados sobre cartão de crédito para realizar a compra.

Imagine a seguinte situação. O visitante acessa a loja e encontra exatamente o produto que estava procurando, mas a foto é de baixíssima qualidade, baixa definição e escura. Em suma, um lixo. Qual é a confiança que ele tem para informar dados de cartão? Nenhuma. A preocupação é imediata e se formos analisar está ligada unicamente a baixa qualidade da imagem.

É uma questão de lógica. Se a loja virtual não tem qualquer cuidado com a aparência do seu próprio ambiente de vendas, por que teria cuidado, por exemplo, em garantir um ambiente de pagamento realmente seguro, com sistemas anti fraude ou então cumprir prazos de entrega?

As fotos como diferencial

Outro erro muito comum, que podemos constatar em muitas lojas virtuais, é a utilização de fotos fornecidas pelo fabricante, como forma de “poupar” tempo e dinheiro no cadastro de produtos. O resultado é que o internauta navega por diversas lojas e vê sempre aquela mesma imagem se repetindo. Sua conclusão é óbvia: É tudo igual.

Sendo todas as lojas iguais, sua decisão passa a ser dirigida pelo critério de preço, independentemente do prazo de entrega e outros fatores que sabemos que fazem a diferença em uma compra online. Se você trabalha com produtos que enfrenta uma grande concorrência no mercado, essa é uma armadilha que pode lhe custar muitas vendas.

Cria um diferencial competitivo para sua loja com imagens únicas e ricas em detalhes. Abuse do número de fotos e ângulos, para fazer com que suas imagens de produtos trabalhem como verdadeiras vendedoras virtuais.

O segredo de boas fotos no e-commerce

Ter boas fotos em sua loja virtual não é tão difícil assim. O custo de um fotógrafo profissional para executar o trabalho em fotos de still, fotos de objetos, caiu muito nos últimos anos. A tecnologia digital facilitou muito esse trabalho e a redução de custos acabou se refletindo nos preços. Essa é a opção ideal, mas como nem sempre ela se encaixa no orçamento…

Existe também a opção de produzir suas próprias fotos, coisa que também não é nenhum bicho de sete cabeças. Em função da importância das fotos no e-commerce, vale a pena fazer um sacrifícios e pensar seriamente nesta opção. Produzir boas fotos é relativamente fácil hoje em dia.

Veja este vídeo >>> https://youtu.be/k3QXKBR6auQ

Tudo no e-commerce conta. Uma boa plataforma, marketing digital bem estruturado, preços competitivos e todos os outros detalhes que compõem uma loja virtual de sucesso, mas a importância das fotos no e-commerce é algo que não podemos em momento algum deixar em segundo plano.

Facilite a navegação em sua loja virtual e aumente a taxa de conversão

Facilitar o fluxo de compras em uma loja virtual é uma forma de transformar essa visita em uma boa experiência de uso do seu ambiente digital e também uma ótima maneira de aumentar a taxa de conversão de um e-commerce.

Uma das mais conhecidas regras de usabilidade na web diz que o cliente deve conseguir chegar ao produto que ele quer com, no máximo, três cliques.

Caso isso não aconteça, estaremos diante de um grave problema de navegação e usabilidade e o ideal é estudar uma forma de melhorar este processo.

Para fazer com que isso aconteça, a organização dos itens deve ser como uma prateleira, com filtros de busca úteis e inteligentes.

Além disso, o checkout deve ser fluido e rápido, já que internauta nenhum perde tempo preenchendo vários campos de formulários inacabáveis, incontáveis páginas até confirmar uma compra.

Fluxo e-commerce

Formulários curtos e objetivos

Outro item a ser observado para facilitar o fluxo de compras em um e-commerce são os formulários da loja. O ideal para que sua loja se torne agradável à navegação é que seu formulário seja o mais prático e objetivo possível. Ninguém gosta de ficar preenchendo cadastros extensos. Uma opção que agrada muito é o armazenamento de dados para compras futuras, pois irá poupar tempo na hora do checkout.

Outra dica importante sobre navegação e usabilidade é ficar de olho nas normas sobre a retenção de dados do consumidor, que devem estar bem claras na sua página de Política de Privacidade para atender às regras do Código de Defesa do Consumidor e também de alguns programas de links patrocinados como o Google AdWords.

Fonte:http://guiadeecommerce.com.br/facilite-o-fluxo-de-compras-na-loja-virtual/

O comportamento digital da classe C

Quem anda de ônibus, trem ou metrô certamente já viu essa cena. Pessoas sentadas, ou em pé, de cabeça baixa teclando, ouvindo música, jogando, assistindo a um capítulo da novela ou à partida de futebol e, claro, conversando nos seus smartphones. Seja em casa ou na rua, eles estão sempre conectados. Já são 46% de heavy users da classe C.

Mas isso não os faz experts em tecnologia. Uma das conclusões do estudo é que o baixo repertório da vida fora da internet, leia-se baixa escolaridade, tem um impacto direto no comportamento on-line. Isso implica na construção de conteúdos e mensagens audiovisuais com maior uso em português do que inglês.

Podemos dividir as atividades dos novos donos da internet em três pilares fundamentais:

• Comunicação – Como se expressam?

Chega de passividade, a Classe C chegou no digital para participar. Shares, comentários e trocas de mensagens instantâneas estão no topo das atividades desse público, com 85%. Na opinião de especialistas, diferentemente do papel que a TV desempenhava na informação e na formação de opinião, a internet é a vitrine pela qual as pessoas se mostram e expressam seus gostos e opiniões.

Internet Classe C

• Informação – Como se informam?

81% dos que se identificam como usuários da classe C buscam informação em diferentes plataformas. A internet tem ajudado na ampliação de repertório dos novos donos da internet.
O mobile é a tela protagonista nessa busca incessante por novos conhecimentos.

Internet Classe C
Internet Classe C

• Entretenimento – Como se divertem?

A internet também é entretenimento, disputando a atenção do usuário e das marcas com a televisão, o cinema e outras formas de diversão. Os formatos em vídeo são os preferidos da classe C conectada e os canais de humor são responsáveis pelos maiores hits.

O maior representante dessa nova grade de entretenimento on demand é o canal Porta dos Fundos, que está prestes a atingir a meta de 10 milhões de assinantes em seu canal.

Internet Classe C

Mais do que entender que a Classe C se tornou protagonista no universo digital, as marcas precisam estar atentas aos novos comportamentos e hábitos destes consumidores.

A capacidade da internet de aproximar indivíduos, assuntos e grupos sociais que, fora dela, dificilmente se encontrariam, está provocando uma ruptura na maneira como pensamos os perfis digitais. A questão vai além da discussão prática de canais e se estende para o desafio de comunicar com relevância e aderência para os novos donos da internet.

Fonte: https://www.google.com.br/think/research-studies/novos-donos-internet-classe-c-conectados-brasil.html

A Classe C Mobile

A classe C mobile

Ninguém mais, ou pelo menos quase ninguém, compra um smartphone hoje em dia apenas para fazer chamadas telefônicas. Desde que esses pequenos aparelhos foram dotados de inteligência, tornaram-se verdadeiros objetos de desejo, arriscando dizer “quase adoração”. Para muitos, é praticamente um item de necessidade básica, sem o qual não se vive bem, nem se está completo. A estimativa é que até 2020 cerca de 80% da população adulta do planeta tenha um smartphone, segundo reportagem de fevereiro deste ano da revista The Economist. Com a classe C não poderia ser diferente.

O avanço tecnológico dos smartphones, aliado à elevação da renda e o acesso ao crédito mais fácil, tornou esse desejo possível e, em pouco tempo, quase metade dos internautas (47%) possuem smartphones, número que cresce a cada dia. Essa explosão tecnológica ao alcance das mãos valorizou ainda mais a mobilidade. Os planos de telefonia móvel se adaptaram ao bolso dos planos pré-pagos. Em pouco tempo, a classe C também passou a ver a vida pela pequena tela dos seus companheiros de bolso com mais frequência.

O resultado disso é que o desktop deixou de ser o dispositivo que oferecia a primeira experiência com a internet. Esse papel foi passado aos smartphonesque, de modo geral, são mais baratos que os computadores de mesa outablets. A tendência é que isso seja mais comum, principalmente entre os jovens, que ganharam ou compraram o celular antes mesmo do computador.

O que contribuiu para que o acesso à internet se tornasse uma rotina diária para a maioria foi, exatamente, a facilidade de manusear e de levar esses dispositivos para todos os lugares.

Internet Classe C

Para as marcas, portanto, ingressar em conteúdos presentes em plataformas e formatos responsivos passa a ser determinante para atingir um público, cuja disposição é se tornar ainda mais mobile. Outro desafio é atrair a atenção desse pessoal que se divide em telas. Um estudo recente realizado pela Global Web Index apelidou o país de “a nação de second-screeners”, ao afirmar que 86% dos brasileiros usam o smartphone enquanto assistem TV.

Continua….

Fonte: https://www.google.com.br/think/research-studies/novos-donos-internet-classe-c-conectados-brasil.html

Classe C de Conectados, os donos da internet no Brasil

A inclusão social na internet é fato, veio para ficar e transformar o jeito das pessoas e das marcas se relacionarem. Já são mais de 48,3 milhões de usuários da classe C no Brasil, superando a população digital de países como México e Itália, até mesmo o total de habitantes do Canadá. São pessoas que estão buscando, assistindo conteúdo, comentando e compartilhando informações nos mais variados formatos, canais e dispositivos.

Internet Classe C

Seria de esperar que, com tudo isso, novos fenômenos surgissem e com eles uma série de quebras de paradigmas que chacoalhassem os conceitos e os preconceitos. O que de fato ocorreu. Hoje, a classe C é o segmento mais poderoso da internet brasileira, ocupando a maioria absoluta dos acessos à rede.

Internet Classe C

Para se ter uma ideia, em menos de uma década, enquanto a população brasileira cresceu 10%, a classe média emergente brasileira cresceu 204%, ultrapassando em mais da metade o número absoluto de pessoas das classes AB.

Tamanha mudança pode ser vista como desafios e oportunidades para as marcas. Afinal, os novos donos da internet movimentam 495 bilhões de reais em renda própria por ano. O valor é maior que o consumo das famílias da Suíça ou de Portugal. Uma cifra como essa é grande o suficiente para tornar qualquer grupo influente, não apenas sobre a ótica do mercado, mas também pelas lentes da cultura e do comportamento.

Livre de preconceitos, a internet abre portas para uma nova relação de isonomia entre classes sociais. Onde as influências se misturam de modo orgânico e dão origem a novas expressões. Batizado de fenômeno “unclassed”, essa mistura “hi-low” dita o tom das novas experiências no universo digital.

Um exemplo curioso dessa mistura é o sucesso contagiante dos MCs. Se existe alguém que ainda não ouviu falar do MC Guimê, uma das estrelas dofunk ostentação, das periferias paulistanas, certamente não ficará imune por muito tempo. O baixista do grupo americano Red Hot Chilli Peppers, Flea, conhece e até tocou um trecho da música “Plaquê de 100” do funkeiro em um vídeo postado no ano passado. No mesmo ano, Guimê se torna sensação nacional com a música “País do Futebol”, que passa a ser tema da novelaGeração Brasil, da TV Globo, e vira uma espécie de hino em ano de Copa do Mundo. O vídeo, com participações do rapper Emicida e do jogador Neymar, já alcançou mais de 48 milhões de visualizações no YouTube.

Algumas marcas estão se jogando de cabeça nessa mistura unclassed. É o caso de Veja, da Reckitt Benckiser, que, para comemorar seus 45 anos de marca, produziu um clipe exclusivo para o YouTube com a funkeira Valesca Popozuda. O resultado é um hit com mais de 7 milhões de visualizações até o momento.

Continua….

Fonte: https://www.google.com.br/think/research-studies/novos-donos-internet-classe-c-conectados-brasil.html

5 Dicas valiosas para melhorar a prospecção de clientes

Os profissionais da área de vendas já estão acostumados a trabalhar sob níveis elevados de pressão em sua rotina. E os primeiros obstáculos já costumam aparecer bem no ponto de partida do processo, quando os vendedores começam a prospecção – identificando potenciais clientes para abordá-los em busca de novos negócios.

Ainda que esse momento seja realmente desafiador, ele pode ser superado com sucesso quando os vendedores adotam algumas medidas simples. Conheça 5 dicas valiosas para aumentar sua prospecção de clientes:

Melhore seu relacionamento com os clientes atuais

O primeiro passo é aprimorar a relação com quem já compra com você. Tenha um controle sobre as últimas vendas feitas a esse cliente e saiba quais produtos ele costuma comprar. Para facilitar o processo, você pode usar um sistema de vendas para representação comercial, que já fornece todas essas informações automaticamente.

Se você perceber que há clientes que não fazem um pedido há meses, é porque tem alguma coisa errada. Entre em contato, descubra o que aconteceu e reflita para encontrar soluções o quanto antes. Esse feedback pode ajudá-lo a entender quais são as reais necessidades do seu consumidor e, assim, fica mais fácil saber que abordagem usar com um cliente em potencial.

Portrait of a successful businessman giving a hand

Use vários métodos diferentes

Muitos vendedores optam por utilizar apenas uma metodologia de prospecção, geralmente a que eles têm mais facilidade. Por isso, nossa primeira dica é ampliar o leque de ferramentas.

Os métodos mais conhecidos são o door-to-door e o cold calling. O primeiro consiste na abordagem de porta em porta, ou seja, em visitar pessoalmente potenciais clientes para apresentar o seu produto. Há a possibilidade de fechar um negócio na hora, mas esse método demanda tempo e muita organização para vender o produto certo para a pessoa certa.

Já o cold calling, ou ligação fria, na tradução literal, trata de um primeiro contato pelo telefone. Para dar certo, é preciso ter um conhecimento prévio sobre o cliente em questão, assim como uma abordagem que chame a atenção. Por isso, fuja do senso comum, mostrando os benefícios que o seu produto trará ao cliente, ao invés de já chegar com uma proposta de venda.

Mas não se restrinja a essas técnicas tradicionais. Não tenha receio de pedir recomendações aos seus clientes, familiares e amigos. Só tenha a consciência de fazer essa abordagem no momento apropriado. Melhor marcar uma reunião para falar disso do que fazer um comentário aleatório no meio do churrasco de fim de semana, não é mesmo?

Faça networking

Use suas habilidades de vendedor para vender a si mesmo. Busque contatos estratégicos, não apenas de potenciais clientes, mas de parceiros. Participe de conferências e feiras do seu setor de atuação, assim como de eventos e cursos voltados para representantes comerciais.

Converse com as pessoas, mostre interesse pela vida delas, seja simpático e pró-ativo. Além de ser um ótimo lugar para fazer contatos profissionais, as conferências e cursos também são uma boa oportunidade para aprimorar os seus conhecimentos e enriquecer o currículo.

Esteja presente em todos os canais

Se os métodos de prospecção devem ser explorados em sua totalidade, o mesmo vale para os canais de comunicação. Afinal, cada cliente possui um perfil muito específico e, por isso, é natural que eles prefiram se comunicar por diferentes meios.

Além das visitas pessoais e do telefone, vale a pena tentar um contato por e-mail ou pelas redes sociais. O LinkedIn, por exemplo, é um ótimo canal para encontrar prospects, assim como grupos específicos do setor no Facebook. Mas não se esqueça de analisar qual a melhor forma de abordar um cliente para conseguir vender mais.

Por último, vale à pena considerar o marketing de conteúdo, ou seja, a estratégia de produzir textos informativos para sites, blogs e redes sociais. Desse modo, você pode atrair naturalmente pessoas interessadas nos produtos que comercializa.

Reserve tempo para a prospecção

Na maioria das vezes, a prospecção de clientes não costuma ser muito prazerosa para os vendedores. Nessas horas, pense no efeito à longo prazo: vale fazer um sacrifício agora para ampliar a cartela de clientes e, consequentemente, as vendas no fim do ano.

O ideal é criar uma rotina para fazer a prospecção. Analise qual o melhor momento do dia e reserve uma hora, todos os dias, para entrar em contato com possíveis clientes. Concentre-se, evite interrupções e você vai ver como essa uma hora vai fazer toda a diferença no fim da semana.

Seja sutil

Prospectar não significa somente tentar vender produtos e serviços para pessoas e empresas desconhecidas. O processo se assemelha mais a uma tentativa de plantar sementes de relacionamento com possíveis parceiros comerciais e educá-los progressivamente sobre os produtos que você comercializa.

Por isso, busque encontrar o máximo de informação disponível sobre seus prospects, tentando aprender mais sobre quem são, seus interesses, seus problemas e criando novas oportunidades de interação periodicamente.

Vale a pena ler o e-book gratuito “Guia Definitivo da Prospecção de Clientes”, disponível no blog da Meus Pedidos.

Fonte: http://blog.meuspedidos.com.br/5-dicas-valiosas-para-melhorar-sua-prospeccao-de-clientes/

11 dicas para uma implementação bem sucedida

Dizem que o segredo é a alma do negócio. Eu concordo, revelações antes da hora e vazamentos estratégicos podem prejudicar, e muito. Mas ser a alma do negócio não é pouca coisa, e por isso vou reivindicar aos processos de implementação um status semelhante.

Sem eles não há negócio, nem projeto, ou empreendimento algum que justifique guardar segredos ou sustentar acordos de confidencialidade.

Mas se o processo de implementação vai ocupar um lugar de paridade diante do “segredo do negócio”, seria bastante justo elegermos o ato do planejamento para o posto de “alma do processo de implementação”.

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Convenhamos, não se trata de teoria barata ou mais um cansativo modismo de gestão. O fato é que um bom plano faz toda diferença, mas alguns cuidados são necessários:

  1. Todo planejamento (esse é o item mais óbvio, mas é necessário destacar) deve responder a seu modo a quatro questões: “O que? Como? Quem? e Quando?”;
  2. Não fuja dos detalhes, pelo contrário, tenha apego por eles. Detalhe tudo, principalmente sobre o que se deseja implementar e pela forma como isso vai ocorrer.
  3. Estabeleça prazos realistas;
  4. Conte com contratempos. Eles virão, tenha certeza disso;
  5. Estruture um mecanismo de gestão do plano, envolvendo não somente as pessoas responsáveis pelas tomadas de decisão, mas toda a equipe que colocará a “mão na massa”;
  6. Só inicie a implementação, após ter obtido o pleno aceite dos envolvidos. O comprometimento é fundamental;
  7. Estabeleça um modelo de ajuste permanente, mas não permita que os ajustes façam com que o se perca de vista os objetivos centrais da implementação;
  8. Padronize as terminologias e significados contidos no planejamento. Crie uma legenda se for preciso;
  9. Ao concluir a elaboração do planejamento, realize ao menos duas revisões antes de iniciar sua execução;
  10. A responsabilidade pelo monitoramento da execução do plano, deve ficar a cargo de uma única pessoa;
  11. Documente tudo o que puder durante o processo de implementação.

Boa sorte e sucesso.
Gustavo Chierighini, da Plataforma Brasil

Para ler outros textos da coluna da Plataforma Brasil no Saia do Lugar, clique aqui.

Fonte:http://bit.ly/1ymEvhb

3 dicas para você aprender a negociar melhor

Saber negociar é um dos principais requisitos para ser um bom empreendedor. A princípio, essa estratégia de gestão parece simples, mas não é. Conseguir dialogar com clientes, fornecedores e funcionários e obter sucesso nessa comunicação exige um amplo conhecimento de gestão e dos produtos e serviços da empresa. De acordo com muitos especialistas, um negociador de sucesso é aquele profissional confiante, sem medo de errar, criativo, focado em seus objetivos, flexível a mudanças inesperadas e um excelente comunicador.

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Esses tópicos podem assustar se você não possui todas essas características e não tem tempo necessário para adquirir essas qualidades – especialistas em negociação dizem que é preciso cerca de 800 horas de prática para adquiri-las. Para auxiliar o empreendedor em momentos de negociação, a revista Inc divulgou uma lista com três dicas essenciais.

1. Antes de começar a negociação – Para se preparar para uma reunião de negociação, o empreendedor deve conhecer todas as alternativas e descobrir quais são as melhores contrapropostas que podem ser apresentadas durante a reunião. Isso ajudará o negociante a determinar qual o preço máximo que aceitaria desembolsar ou o quanto aceitaria receber se o acordo entre as partes for alcançado. Além disso, é interessante conhecer os outros negociadores. Para isso é válido pesquisar matérias sobre a empresa negociante e sobre os seus adversários na mídia e nos sites corporativos. Conhecer normas legislativas que irão envolver a negociação é válido para evitar erros que no futuro podem causar problemas.

2. Conhecendo as propostas – No momento de abertura das propostas, é interessante fazer uma oferta agressiva antes dos concorrentes. Isso porque o preço inicial servirá como ponto de referência para os demais. Caso o empreendedor saiba a proposta do seu adversário, o ideal é fazer uma oferta que tenha um preço similar, porque eliminar rapidamente o seu concorrente pode prejudicar o desenrolar da negociação. Contudo, é válido lembrar que essa alternativa é arriscada caso você não tenha informações corretas sobre os demais concorrentes.
Outra estratégia é conhecer aos poucos as preferências do empreendedor que presidirá a reunião. Para isso, levar mais de uma proposta de negociação é interessante, uma vez que, de acordo com as reações dos empreendedores, você poderá apresentar propostas diferentes.

3. Respondendo a uma oferta – Nem sempre você conseguirá ser o primeiro a fazer a oferta de negociação. Quando isso acontecer, fique atento às informações que pesquisou previamente e faça uma contra-oferta agressiva. Caso as suas propostas sejam muito diferentes da inicial, procure pensar em rápidas alternativas e busque amenizar o clima de tensão.

Fonte : http://glo.bo/1NtRXBs

Como faço para obter novos seguidores no Pinterest ?

Mídias sociais sempre parecem resumir-se a uma coisa importante – ganhar mais seguidores. Quanto mais seguidores você tem, mais os usuários vão ver, compartilhar e interagir com o seu conteúdo, quanto maior o seu ROI na plataforma. E, claro, Pinterest não é diferente. Embora existam sites por aí que prometem dar-lhe mais de 1.000 seguidores por um preço, aqueles tendem a comprar mais de 1.000 contas de zumbis que não fazem nada, mas aumentar o seu volume de seguidores. Mas não tenha medo – há maneiras de obter seguidores reais no Pinterest dentro de seu mercado-alvo! No entanto, como todas as coisas boas, ganhar mais seguidores qualificados leva um pouco de tempo e esforço.

Sem título

Compartilhe grande conteúdo

Pinterest é uma ferramenta de bookmarking visuais , por isso é um acéfalo que você precisa compartilhar conteúdo atraente e bonito. A natureza visual do Pinterest torna uma plataforma perfeita para, digamos, fotógrafos e artistas para mostrar os seus produtos. No entanto, mesmo se a sua empresa não é visual, por natureza, existem muitas maneiras de tornar a sua marca não-visual popular .

Ambas as marcas visuais e não visuais,  deve lembrar-se de compartilhar uma variedade de conteúdo no Pinterest –  não apenas os seus próprios. Como acabamos de mencionar, Pinterest é uma ferramenta de bookmarking visual, não um catálogo. Para encontrar algum grande conteúdo e grandes usuários a seguir, basta fazer uma pesquisa por palavras-chave Pinterest que sejam interessantes para a sua empresa. Por exemplo, JCFreitas Consulting pode fazer uma busca por “marketing de mídia social, negócios e marcas”, por exemplo, e uma infinidade de conteúdo com pins incríveis, painéis e usuários irão aparecer.

Ao compartilhar um grande conteúdo, os usuários vão optar por seguí-lo, porque  você é a sua fonte para grande variedade de conteúdo.

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Entender o seu público

Para conseguir seguidores Pinterest primeiro você precisa entender que é que você está tentando atingir. Claro, uma empresa de moda masculina parece ser o lugar perfeito para um homem  obter suas referências sobre moda e comportamento, mas a conta no Pinterest está vendendo ou informando a uma audiência diferente.

Então, como a empresa pode ter um nível de compreensão do seu público? Bem, as próprias análises do Pinterest é um ótimo lugar para começar. Para ter acesso, você vai precisar de uma conta empresarial , e visitar o analytics.pinterest.com .

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A seção “o seu público” lhe dará um pico com os dados demográficos e interesses de seu público. De acordo com as análises Pinterest, você poderá observar, por exemplo, que o público  consiste em grande parte de língua inglesa, são mulheres e com localização perto do Los Angeles e Nova York  .

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Esse público, por exemplo, tende a estar interessado em viagens, decoração da casa, móveis, ciclísmo, moda masculina, design, tecnologia, etc… como grande alvo. O Analytics do Pinterest também mostra quais os painéis e conteúdo o seu público estaria mais interessado por isso é inteligente verificar o que está indo bem nesses painéis.

Depois de entender quais os interesses do seu público , é hora de reconhecer o que de conteúdo proprietário é ressonante aos usuários. Sua conta vai mostrar que imagens, palavras e usuários estão realmente se conectando com a sua marca.

Depois de ver o que está funcionando, você pode mudar o que está não  trabalhando e atrair novos seguidores com maior facilidade.

Faça amizade com influenciadores

Influenciadores são uma incrível – e, muitas vezes inexplorado – recurso em ganhar seguidores Pinterest. Eles são os únicos que naturalmente ganharam centenas de milhares, se não milhões, de seguidores pela curadoria de perfis surpreendentes. No entanto, nem todos os influenciadores são  iguais. Por exemplo, uma linha de roupas das mulheres teria muito melhor parceria sorte com alguém como Jennifer Fishkind e seus 3,6 milhões de seguidores ao contrário de  Mike Catalão e os seus 4,5 milhões de seguidores. Por quê? Ao olhar para o conjunto de painéis podemos ver que Jennifer é mais influente na moda da mulher, enquanto Mike é influente em viagens.

Em parceria com os influenciadores certos, sua marca terá mais exposição e os outros usuários verão que o influenciador ama visitá-lo como uma fonte de grande conteúdo. Quem não gostaria de segui-lo depois disso?

Interagir com os outros

Assim como você não quer que seus seguidores sejam zumbis, seus fãs não querem que você seja um pinador morto também. Uma verdadeira e grande maneira de engajar seguidores Pinterest é  interagir com eles. Enquanto repinar, gostar e comentar sobre o conteúdo dos outros poderia parecer óbvio, muitas marcas se esquecem de fazê-lo. Ao fazer isso, você está deixando que eles saibam que você está prestando atenção e que você está interessado no que eles estão compartilhando. Você pode até ter a interação off  no Pinterest, mas poderá enviar ao usuário uma mensagem no Twitter (muitos usuários têm a sua conta de Twitter vinculada) dizendo-lhes o quanto você gostou de seu perfil.

“A mídia social é sobre ser  social, assim devemos entrar lá e compartilhar amizade!”

 

 

 

 

 

Qual o real valor do texto na Publicidade?

Desde que entrei para o mundo publicitário, tenho prestado mais atenção na função do texto e confesso que tenho ficado decepcionada. Não, não pensem que quero ser uma “flanelinha de layout”, definindo diagramação. Nada disso.

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Fui professora de português (e de inglês) e sempre defendi que um bom texto, bem argumentado e sem erros de ortografia era (e ainda é) capaz de realizar milagres. Passava noites em claro pensando em uma forma de estimular a escrita nos alunos para que eles se dessem conta da importância de escrever bem. Acho que até tive sucesso em alguns casos.

O fato é que quando adentrei nesse (maluco) mundo da Publicidade, o que mais ouvi (e ainda) ouço é Diretor de Arte, Designer, Diagramador pedindo, implorando pra diminuir o texto. É muito texto e ainda tem a imagem, eles dizem. E com base em todo esse comportamento, eu me pergunto: Qual o real valor do texto na Publicidade?

Não é preciso ser professor de português, revisor ou redator, pra saber que alguém sempre vai dizer: pra quê tanto texto? Ninguém lê mesmo! E ainda se baseiam naquela velha frase: Uma imagem vale mais que mil palavras… Será que vale mesmo? Já vi imagens que me encantaram, mas também já li textos que me arrancaram lágrimas.

São questionamentos que pipocam na minha cabeça e me fazem repensar diariamente cada texto que produzo ou que reviso. É o texto que tá extenso ou é a “preguiça” de ler que assola o público? Não estou detonando ninguém, que fique muito claro. Estou somente analisando uma situação diante de um ponto de vista.

Sou a favor da objetividade sim; mas, uma objetividade completa, com significado, desvinculada de tamanho e aliada da qualidade. Não sendo unânime, nem tomando partido, acredito que cada peça desenvolvida precisa ser analisada minuciosamente para que se tenha um bom resultado. E, me desculpem, mas o texto pode (e deve) ter seu valor reconhecido e respeitado, porque um bom texto, assim como a fotografia e a imagem, é porta de entrada para se ter um universo de ideias regado por uma tempestade de ações.

Por: Michele – facebook.com/michelegoficial (Vitamina Publicitária)